O início de 2026 marca um ponto de virada histórico no ambiente de negócios no Brasil com a entrada em vigor da fase de transição da nova Reforma Tributária, prevista pela Emenda Constitucional nº 132, promulgada em 2023 após mais de 30 anos de discussão.
Esse movimento não apenas altera a estrutura de impostos, mas exige que as empresas se adaptem operacionalmente a um novo modelo de tributos sobre consumo, com impacto direto na gestão fiscal, contábil e estrategicamente nos riscos empresariais.
Em um cenário de mudança profunda e contínua, a gestão de riscos deixa de ser apenas um componente operacional e se torna um pilar estratégico — e o seguro empresarial surge como uma ferramenta essencial para garantir previsibilidade financeira e continuidade do negócio.
1. O que muda com a Reforma Tributária em 2026
A Reforma Tributária em 2026 dá início formal à transição para um novo sistema de cobrança de tributos sobre o consumo. Em vez de cinco tributos separados (como ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI), o novo modelo estabelece dois principais:
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — tributo federal;
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — tributo estadual e municipal, ambos baseados em um IVA dual.
A partir de 1º de janeiro de 2026, as empresas já estão obrigadas a emitir documentos fiscais eletrônicos com destaque individual de CBS e IBS, mesmo que a cobrança em si ainda esteja em fase de testes e a tributação plena só ocorra nos próximos anos do cronograma de transição.
Esse novo modelo não é apenas um ajuste de alíquotas: ele exige que as empresas revisem seus sistemas de faturamento, ERPs, cadastros de produtos, cadastros tributários e modelos de apuração — tarefas que demandam tempo, tecnologia e conhecimento especializado para serem feitas com precisão.
2. Por que a Reforma aumenta os riscos empresariais
Embora a Reforma tenha como objetivo simplificar e tornar mais transparente o sistema tributário, a fase de transição é reconhecida como um período de maior exposição a riscos operacionais, fiscais e financeiros.
Empresas de todos os portes enfrentam desafios, tais como:
Erros na parametrização de sistemas fiscais e ERPs, que podem resultar em dados tributários incorretos e falhas de conformidade.
Complexidade na emissão de notas fiscais eletrônicas com os novos tributos destacados, exigindo revisão de rotinas fiscais e operacionais.
Riscos de inconsistências no aproveitamento de créditos tributários, especialmente em regimes como Lucro Real ou Presumido, que podem afetar diretamente o fluxo de caixa.
Segundo pesquisa citada em fontes especializadas, um percentual expressivo de empresários e contadores demonstrou preocupação com o aumento da carga tributária e com a complexidade da transição — reflexo claro da ansiedade quanto às mudanças no ambiente de negócios.
Esses riscos podem impactar as empresas em aspectos como fluxo de caixa, custos administrativos, capacidade de investimento e até na própria continuidade operacional, caso não haja uma estratégia sólida de gestão de riscos.
3. Gestão de riscos além de compliance: estratégia para 2026
Com o novo ambiente fiscal e operacional em evolução, a gestão de riscos precisa ser integrada ao planejamento estratégico das empresas.
Ao adotar uma abordagem proativa, negócios podem:
– Antecipar cenários tributários e operacionais;
– Reduzir a probabilidade de autuações e multas fiscais;
– Minimizar impactos indesejados no fluxo de caixa;
– Fortalecer a confiança de investidores, fornecedores e clientes.
Nesse contexto, o seguro empresarial surge como uma ferramenta indispensável para complementar a gestão de riscos, ajudando a proteger a empresa de perdas inesperadas e promovendo maior previsibilidade financeira e segurança para decisões de longo prazo.
4. Seguro empresarial: proteção essencial em tempos de mudança
A seguir estão alguns dos seguros empresariais que ganham ainda mais importância no atual cenário tributário e de gestão de riscos:
Seguro Empresarial Multirriscos — cobertura ampla para perdas patrimoniais decorrentes de eventos imprevisíveis (como incêndios, alagamentos e danos físicos).
Seguro de Responsabilidade Civil — protege empresas contra demandas judiciais e compensações decorrentes de falhas operacionais ou serviços prestados.
Seguro de Riscos Cibernéticos — vital num mundo onde a emissão de notas, sistemas fiscais e dados corporativos dependem de tecnologia.
Seguro de Frota e Patrimônio — protege bens móveis e imóveis contra danos que possam impactar a operação.
Cada tipo de seguro ajuda a estabilizar os resultados financeiros, permitindo que a empresa se concentre em adaptar processos, melhorar competitividade e planejar crescimento de forma sustentável.
5. Artermar Seguros: parceiro estratégico na gestão de riscos empresariais
Na Artermar Seguros Empresarial, entendemos que proteção não é apenas uma apólice é parte da estratégia de crescimento e resiliência da sua empresa em um ambiente em transformação.
✔ Análise completa de riscos alinhada ao perfil da sua empresa;
✔ Soluções personalizadas de seguro para proteger bens, operações e responsabilidades;
✔ Apoio consultivo contínuo para adaptar coberturas conforme o cenário tributário e de mercado evolui;
✔ Foco em prevenção e continuidade do negócio, não apenas em indenização.
Segurança para atravessar a transformação
A Reforma Tributária de 2026 representa um novo capítulo para a competitividade empresarial no Brasil. Embora a transição traga desafios operacionais e de gestão, ela também abre espaço para empresas que se preparam estrategicamente e adotam práticas de gestão de riscos robustas.
Integrar o seguro empresarial ao planejamento estratégico significa proteger o futuro do seu negócio garantindo que, mesmo diante de mudanças fiscais profundas, sua empresa continue operando com confiança e segurança.
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